quarta-feira, 30 de março de 2016

A Ressurreição de Jesus #4 - Alucinações podem explicar os fatos?


Então, o que temos até aqui? Existem três fatos que são reconhecidos pela gigantesca maioria de críticos e historiadores do Novo Testamento sobre a vida, morte e ressurreição de Jesus: Ele foi crucificado, sua tumba foi encontrada vazia no terceiro dia e os discípulos tiveram experiências com Jesus vivo após a sua morte. No texto de hoje, vamos lidar com uma das explicações naturalistas para tentar explicar estes três fatos. A chamada hipótese das alucinações. Quer dizer, os discípulos tiveram alucinações de Jesus vivo, e criam tê-lo visto ressurreto.

terça-feira, 29 de março de 2016

A Ressurreição de Jesus #3 - A Evidência das Aparições Pós-Morte


Talvez surpreenda o leitor saber que as aparições pós-morte de Jesus são aceitas pela gigantesca maioria dos historiadores e críticos do Novo Testamento. De fato, de acordo com Gary Habermas, 99% dos historiadores concordam que os discípulos tiveram experiências com Cristo vivo após a sua morte (Habermas, The Risen Jesus and Future Hope).

sábado, 26 de março de 2016

A Ressurreição de Jesus #2 - A Evidência da Tumba Vazia


Outra evidência que deve ser considerada quando falamos da ressurreição, é a tumba vazia de Jesus. De acordo com os evangelhos, Jesus foi sepultado pelo empréstimo de uma tumba por parte de um membro do Sinédrio Judeu chamado José de Arimatéia. Essa tumba foi encontrada vazia por um grupo de mulheres que eram suas seguidoras.

A Ressurreição de Jesus #1 - A Evidência da Crucificação


Para começar a investigação histórica da ressurreição de Jesus, a pergunta que devemos fazer a principio é: Jesus foi crucificado? Se Jesus não foi crucificado, isso pode significar duas coisas: Ou o Islamismo é verdadeiro (já que afirma que Jesus não morreu e nem foi crucificado), ou essa história nos evangelhos é falsa.

sexta-feira, 25 de março de 2016

A Ressurreição de Jesus - Introdução


Sem duvida alguma, o centro do Cristianismo é Jesus. Diferente das demais religiões, o Cristianismo é baseado em uma pessoa histórica, a qual os historiadores conseguem ter acesso. Como o numero de fontes extra-bíblicas e Bíblicas para a existência de Jesus é impressionante, então qualquer historiador que preste vai admitir que pelo menos houve um Jesus que “causou confusão” cerca de 2000 anos atrás. Mais que isso, mas há um consenso de que Jesus fez afirmações radicais a seu respeito. Como coloca o teólogo alemão Horst Georg Pohlmann:

“Hoje existe praticamente um consenso [...] de que Jesus entrou em cena com autoridade jamais vista, a saber, a autoridade de Deus, afirmando ter autoridade para se colocar no lugar de Deus, falar a nós e nos trazer a salvação [...] Em relação a Jesus, existem apenas dois comportamentos possíveis: acreditar que Deus nos encontra nele ou prega-lo na cruz como blasfemo. Não existe uma terceira opção.” (Abiss der Dogmatik, p. 230.)

Mas de nada adianta dizer ser Deus se não houver qualquer confirmação disso. A grande confirmação de quem Jesus realmente foi (e é) é a sua ressurreição dos mortos. Essa é a crença fundamental e central do Cristianismo. Se não houve ressurreição, não há pagamento por pecados e não há esperança. Como disse Apostolo Paulo:

E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.
E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam.
Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
1 Coríntios 15:14-19

Mas e então? Podemos saber se Jesus realmente ressuscitou dos mortos? Felizmente sim. Como historiadores Mike Licona e Gary Habermas colocaram:

“Tal teste histórico é único do Cristianismo. Se Jesus não ressuscitou dos mortos, ele foi um falso profeta e um charlatão que nenhuma pessoa racional deveria seguir. Opostamente, se ele de fato ressuscitou dos mortos, esse evento confirma suas afirmações radicais [...] O teste de Jesus […] não deixa espaço para ambiguidade. Ou Jesus ressuscitou dos mortos confirmando suas afirmações de divindade ou ele foi uma fraude. […] Cristãos devem ficar felizes em saber que a evidencia para a ressurreição de Jesus é extremamente convincente mesmo usando apenas uma pequena coleção dos fatos históricos fortemente atestados para dar suporte a este evento.” (Mike Licona e Gary Habermas, “The Case for the Ressurrection of Jesus”, kindle pos. 144, 155, 165)

Então, para a análise dessa serie, serão usados os critérios de autenticidade normalmente usados por historiadores para avaliar os fatos dos evangelhos:

1-      Fontes múltiplas e independentes dão suporte a uma afirmação histórica
a.       Quando um evento ou dizer é atestado por mais de uma fonte independente, existe forte indicação de historicidade.

2-      Atestação por um inimigo da suporte a afirmação histórica
a.       Se um testemunho afirmando um evento é dado por uma fonte que não simpatiza com a pessoa, mensagem ou causa que esta em analise, isso da indicação de autenticidade.

3-      Admissões embaraçosas dão suporte a afirmações históricas
a.       Um indicador de que o evento é autentico é quando não se espera que a fonte apenas criou uma historinha, porque ela embaraça a sua causa e a enfraquece contra seus oponentes.

4-      Testemunho de testemunhas oculares dá suporte a afirmações históricas

5-      Um testemunho mais antigo da suporte as afirmações históricas
a.       Quanto mais perto é o testemunho do evento, mais confiável é a testemunha, já que o tempo para exageros e lendas é insuficiente.


A ressurreição de Cristo, se ocorreu, foi o fato mais importante da história. Nos textos dessa serie, farei uma defesa histórica dos fatos centrais que confirmam a ressurreição. Utilizando os critérios de autenticidade, veremos que a melhor explicação para os fatos acerca de Jesus de Nazaré é a que ele, de fato, ressuscitou dos mortos e era quem ele disse que era: Deus.

Bibliografia 


Mike Licona e Gary Habermas, "The Case for the Ressurrection of Jesus"
William Lane Craig e John Dominic Crossa, "O Jesus dos evangelhos: Mito ou Realidade?" ed. Paul Copan.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Seria Pedro a Pedra (ou, o Papa)?


O texto relevante a ser analisado é o seguinte:

Chegando Jesus à região de Cesaréia de Filipe, perguntou aos seus discípulos: "Quem os homens dizem que o Filho do homem é? "
Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, Jeremias ou um dos profetas".
"E vocês?", perguntou ele. "Quem vocês dizem que eu sou? "
Simão Pedro respondeu: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo".
Respondeu Jesus: "Feliz é você, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus. E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la. Eu lhe darei as chaves do Reino dos céus; o que você ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus".
Então advertiu a seus discípulos que não contassem a ninguém que ele era o Cristo.
Mateus 16:13-20      

E então? Seria Pedro “a Pedra”?

segunda-feira, 7 de março de 2016

É O Natal Uma Festa Originalmente Pagã?

https://caffeinatedthoughts.com/2015/12/how-to-get-more-from-the-christmas-season/

Escrito pelo leitor Acrizio Souza

Seria o titulo de “Filho do Homem” usado por Jesus o mesmo de Ezequiel?


Tipicamente, nós Cristãos dizemos que esse é um titulo único de Jesus que demonstra sua divindade. Porem, Espíritas vão apontar que durante todo o livro de Ezequiel, o profeta Ezequiel é chamado de “filho do homem”. E então? Será que esse titulo demonstra apenas que Jesus é “um filho do homem” qualquer? A resposta é não, e por alguns bons motivos.

quinta-feira, 3 de março de 2016

O que Jesus quis dizer com “Dai a César o que é de César”?


Tem esse versículo supimpa em que Jesus diz o seguinte:

E ele lhes disse: "Então, dêem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"
Mateus 22:21

Espiritas interpretam essa passagem como se Jesus estivesse dizendo que nós temos “dever social de agir bem com a família, sociedade, autoridades e indivíduos”. Supostamente isso é dito por causa do karma.
Bom, é isso que a passagem esta dizendo? Não, porque temos que avaliar o contexto literário, contexto histórico e contexto bíblico.